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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Adiada votação de reforma política

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado adiou para a próxima semana a votação das propostas relativas à reforma política, como a que acaba com a reeleição de presidente, governadores e prefeitos e a que aumenta os mandatos desses cargos para cinco anos.
O adiamento ocorreu porque vários senadores da comissão tiveram que se ausentar para participar de reunião com uma delegação de governadores das regiões Norte e Nordeste com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Eles vieram a Brasília para tratar recursos de para seus Estados.
Relator na CCJ, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) apresentou voto contrário às propostas que mudam a Constituição para acabar com a possibilidade de reeleição e para instituir mandato de cinco anos.
Ao se posicionar a favor da reeleição no Executivo, Renan relembrou argumentos que levaram à aprovação da Emenda Constitucional 16, como o tempo insuficiente do mandato de quatro anos para os desafios dos cargos.
De acordo com o relator, a reeleição permite aos eleitores "premiar os bons governantes com um mandato adicional e punir os maus governantes com a recusa desse mandato".
Ao rejeitar o mandato de cinco anos, o peemedebista disse ser esta proposta "uma espécie de contrapartida" pelo fim da reeleição no Executivo. Contra o aumento do mandato, o relator argumenta que a mudança resultaria na não coincidência entre o mandato do presidente da República e o dos parlamentares, "fator que dificulta a governabilidade e facilita a ocorrência de crises institucionais".
Para ele, a mesma duração de mandatos do Executivo e do Legislativo favorece a sintonia de agenda dos dois Poderes, "em proveito da governabilidade e da eficiência administrativa".
Renan ainda propôs uma mesma data para realização de eleições municipais, estaduais, distrital e federal. Para assegurar os direitos adquiridos pelos atuais mandatários, ele defende que a medida seja adotada apenas em 2018.

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